AILTON GEOGRAFIA

 PROF. AILTON - GEOGRAFIA - 1ºTAA, 1ºTBB, 2ºTAA, 2ºTBB, 3ºTAA e 3ºTBB



ATIVIDADE PROPOSTA PARA AS SEGUINTES TURMAS DA EJA:

EJA - 1ºs Termos A e B

Atividade 1 do 2º Bimestre

O aluno deverá ler o texto abaixo e responder as questões propostas (copiar o enunciado das perguntas). Após, o aluno deverá fotografar o questionário respondido e encaminhar o arquivo, via e-mail, manuscrito ou digitado (fica a critério do aluno) para o seguinte e-mail: ailtonsv@uol.com.br

Caso o aluno tenha dúvidas quanto ao trabalho, peço que entre em contato comigo através deste e-mail.

 

 

ESTRUTURAS E FORMAS DO PLANETA TERRA

- AS ROCHAS QUE FORMAM A CROSTA TERRESTRE

            A crosta terrestre é formada principalmente por rochas, como, por exemplo, a areia, o granito, o mármore, o calcário e a argila. As rochas, por sua vez, são constituídas por um agregado de minerais ou por um único mineral solidificado. Minerais são elementos ou compostos inorgânicos encontrados na crosta terrestre. O granito, por exemplo, é composto por três minerais: quartzo, mica e feldspato.

            Quanto à origem, as rochas classificam-se em magmáticas ou ígneas, sedimentares e metamórficas.

            As rochas magmáticas resultam da consolidação de material, em estado de fusão, proveniente do manto. Elas constituem aproximadamente 80% da crosta terrestre e se subdividem em dois tipos:

- Extrusivas ou vulcânicas – que se formaram na superfície (exemplo: basalto).

- Intrusivas ou plutônicas – que se formaram internamente (exemplo: granito).

            As rochas magmáticas intrusivas aparecem na superfície quando a erosão remove as outras rochas que as encobrem. São os afloramentos. O granito é muito utilizado no revestimento de pisos, em paredes e na fabricação de tampos de pias. A decomposição do basalto, por sua vez, dá origem, geralmente, a solos férteis, como a terra roxa, encontrada nos estados de São Paulo e Paraná.

            As rochas sedimentares resultam da deposição de detritos de outras rochas e/ou acúmulo de detritos orgânicos (sedimentos). Normalmente a deposição ocorre em camadas horizontais. Quanto à origem, as rochas sedimentares classificam-se em, detríticas, químicas e orgânicas.

            As rochas sedimentares têm grande importância econômica, pois nelas se encontram riquezas minerais, como o carvão mineral e o petróleo. A areia, o varvito e o calcário também são muito utilizados pelo setor de construção civil.

            As rochas metamórficas resultam da transformação (metamorfização), em condições de pressão e de temperatura bastante elevadas, de rochas preexistentes. As principais rochas metamórficas são: o gnaisse, formado a partir de transformação do granito; a ardósia, resultado da metamorfose do xisto; e o mármore, que resulta da transformação do calcário. A ardósia e, principalmente, o mármore, são bastante empregados no setor de construção civil.

 

A CROSTA TERRESTRE EM MOVIMENTO

            Em 1912, o cientista alemão Alfred Wegener elaborou a teoria da deriva dos continentes. Observando a semelhança entre os contornos dos litorais da América, Europa e África, e também de suas rochas, Wegener propôs que, há cerca de 200 milhões de anos, os continentes estariam todos unidos, formando um único bloco, chamado Pangéia, que teria começado a se fragmentar com o aparecimento de fendas ou fraturas. Aos poucos, os fragmentos teriam se afastado uns dos outros.

            Essa teoria foi contestada pela maioria dos geógrafos da época. Um dos poucos que a apoiaram, o inglês Arthur Holmes, elaborou, em 1928, a hipótese da expansão dos fundos oceânicos, baseando-se nos movimentos de convecção do magma na astenosfera, camada situada logo abaixo da crosta. Para Holmes, o movimento circulatório do magma empurraria os continentes.

            Em 1967, Janson Morgan confirmou a hipótese de Holmes: os fundos oceânicos estão descolando-se a partir das dorsais, que são cordilheiras situadas na porção central dos oceanos (meso-oceâncias). Constatou-se também que as idades das rochas dos fundos oceânicos aumentam à medida que se distanciam das dorsais, ou seja, quanto mais próximas dos continentes, mais antigas são as rochas.

            A partir dessas constatações, chegou-se à conclusão de que o envoltório da Terra (crosta) é descontínuo e fragmentado em vários blocos, os quais são formados por partes continentais e oceânicas (o fundo ou assoalho dos oceanos). Cada bloco corresponde a uma placa tectônica, que se desloca pelos movimentos de convecção do magma. A teoria da deriva dos continentes foi substituída pela teoria da tectônica de placas.

            Ao mesmo tempo em que há o processo de afastamento (expansão) entre placas tectônicas, como,, por exemplo, nas cordilheiras meso-oceânicas, também chamadas zonas de divergência de placas, verifica-se também o processo de fricção entre essas placas, pelo qual elas são pressionadas umas contra as outras, são as chamadas zonas de convergência de placas. Nas zonas de convergência, o contato entre as placas pode ser de dois tipos:

- Subducção: as placas movem-se  uma em direção a outra e a placa oceânica (mais densa) “mergulha” sob a continental (menos densa). A placa oceânica entra em estado de fusão no manto.

- Obducção ou colisão: choque entre duas placas na porção continental. Acontece em virtude da grande espessura dos trechos nos quais estão colidindo. É o que ocorre entre a placa Indo-australiana e a Euro-asiática Ocidental.

 

Questões – Responder as questões abaixo e enviar via e-mail. O enunciado da questão também deverá ser anotado.

 

1 – Explique a teoria da deriva dos continentes.

2 – O que provoca a obducção ou colisão?

3 – Quais as principais rochas metamórficas?

4 – Como se formam as rochas sedimentares?

5 – Como podem ser dividas as rochas magmáticas?

6 – Cite exemplos de rochas magmáticas.

7 – Explique a diferença entre rochas e minerais.


ATIVIDADE PROPOSTA PARA AS SEGUINTES TURMAS DA EJA:

EJA - 2ºs Termos A e B

Atividade 1 do 2º Bimestre

O aluno deverá ler o texto abaixo e responder as questões propostas (copiar o enunciado das perguntas). Após, o aluno deverá fotografar o questionário respondido e encaminhar o arquivo, via e-mail, manuscrito ou digitado (fica a critério do aluno) para o seguinte e-mail: ailtonsv@uol.com.br

Caso o aluno tenha dúvidas quanto ao trabalho, peço que entre em contato comigo através deste e-mail.

 

 

O CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO

Bibliografia: São Paulo – Governo do Estado. Material de apoio ao currículo do Estado de São Paulo – Geografia – ensino médio 2ª série – volume 2. 2014. pp. 34-42.

 

            O crescimento populacional decorre de duas variáveis: o saldo entre o número de imigrantes (pessoas que entram no país) e o número de emigrantes (pessoas que deixam o país) e o saldo entre o número de nascimentos e o número de óbitos. Essa última variável constitui o crescimento natural ou vegetativo. No caso do Brasil, apenas esse último processo é de grande importância, pois a imigração só teve influência significativa no crescimento populacional no final do século XIX até 1934, quando foi promulgada a Lei de Cotas, que restringiu drasticamente a entrada de imigrantes no país. A taxa mortalidade expressa a proporção entre o número de óbitos e a população absoluta de um lugar, em determinado intervalo de temp. A taxa natalidade expressa a proporção entre o número de nascimentos e a população absoluta de um lugar, em determinado intervalo de tempo.

O crescimento da população brasileira no final do século XIX (1890) e início do século XX foi impactado pelo ingresso de imigrantes. No início dos anos 1930, poucos meses depois de assumir o poder, o presidente Getúlio Vargas baixou um decreto limitando a entrada de estrangeiros no Brasil e, a partir de 1934, a chegada de imigrantes ao Brasil diminuiu significativamente, em consequência de diversos fatores. Em primeiro lugar, a crise cafeeira provocou sérios danos à economia brasileira no final dos anos 1920, gerando desemprego e tensão social, ampliados pelas instabilidades causadas pelas revoluções de 1930 a 1932. Em 1934, durante o primeiro governo de Getúlio Vargas, foi assinada a Lei de Cotas de Imigração, que permitia o ingresso de apenas 2% do total de imigrantes que haviam entrado no Brasil nos últimos 50 anos (exceção feita aos portugueses). Tais fatores explicam a redução do incremento populacional ocorrida entre as décadas de 1920 a 1930.

            O período de grande crescimento vegetativo ocorreu entre as décadas de 1940 a 1960, quando as taxas de natalidade aumentaram e houve redução acentuada nas taxas de mortalidade, gerando crescimento vegetativo ou natural da população brasileira. Tais fatores resultaram da revolução da revolução da tecnologia bioquímica, do aumento do número de pessoas com acesso à rede médico-hospitalar, às vacinações em massa e à melhoria das condições sanitária que contribuíram de forma significativa para a queda acentuada das taxas de mortalidade. Essa queda e a permanência de elevadas taxas de natalidade, entre 1940 e 1960, explicam o elevado crescimento vegetativo no período.

            A desaceleração demográfica marcada pela queda das taxas de natalidade e algumas transformações ocorridas no Brasil estão relacionadas à crescente urbanização, ao aumento da taxa de escolarização, à entrada da mulher no mercado de trabalho e à popularização da pílula anticoncepcional e de outros métodos contraceptivos. O conjunto desses fatores favoreceu a redução do número de filhos, muitas vezes traduzida pelo planejamento familiar.

            As taxas de fecundidade diminuem sensivelmente conforme aumentam os anos de estudo das mulheres. As regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste apresentam as maiores taxas de fecundidade nas mulheres sem instrução e fundamental incompleto, ou seja, as mulheres de menor escolaridade apresentam as maiores taxas de fecundidade.

            Uma variável socioeconômica relacionada à fecundidade refere-se à escolaridade da mulher. De modo geral, as diferentes taxas de fecundidade entre as regiões brasileiras são explicadas pelas diferenças regionais de desenvolvimento econômico, o que implica maior nível educacional da população.

            A redução do número médio de filhos por mulher vem ocorrendo em todo o mundo. Particularmente no Brasil iniciou-se com as mulheres das classes médias e alta dos centros urbanos do Sul e do Sudeste – que apresentavam maior taxa de escolarização e tinham mais acesso às informações – e, pouco a pouco, atingiu as demais classes sociais e regiões (estendendo-se, atualmente, pelas áreas rurais).

            Segundo o IBGE, a idade média em que as mulheres têm filhos é de 26,9 anos em 2013 e as projeções indicam que deve chegar a 28 anos em 2020. Como existem uma estreita relação entre desenvolvimento econômico e taxa de fecundidade, pelas razões apontadas anteriormente, nos países “desenvolvidos” ou industrializados, de modo geral, as taxas de fecundidade são baixas quando comparadas às dos países em desenvolvimento e países pobres.

 

A QUESTÃO DO ENVELHECIMENTO NO BRASIL

            Segundo estimativas do IBGE, a população acima de 65 anos de idade deve passar de 14,9 milhões (7,4% do total), em 2013, para 58,4 milhões (26,7% do total), em 2060. A evolução das componentes demográficas no período 2000/2030 resulta em um significativo envelhecimento da população em todas as Unidades da Federação.

            O envelhecimento da população acima dos 65 anos de idade está relacionado à diminuição da fecundidade e ao aumento da expectativa de vida.

            A projeção indica que a esperança de vida ao nascer, que em 2013 chegou a 71,3 anos para homens e 78,5 anos para mulheres, em 2060, deve atingir 78,0 e 84,4 anos, respectivamente, o que representa um ganho de 6,7 anos médios de vida para os homens e 5,9 anos para as mulheres. Para ambos os sexos, a esperança de vida ao nascer do brasileiro chegará aos 80,0 anos de idade em 2041. Essas estimativas apontam para um aumento da demanda por políticas voltadas para a saúde, assistência social e previdência social.

            O processo de transição demográfica, que ocorre aceleradamente no Brasil, além de ser determinante no tamanho populacional, também altera a estrutura por idade da população. Esse processo se dá de forma generalizada em cada uma das regiões brasileiras, mas ainda se mantêm diferenciais regionais, que refletem suas desigualdades socioeconômicas. As regiões Sudeste e Sul, que se encontram mais adiantadas no processo de transição demográfica, apresentam os maiores índices. Os valores mais baixos nas regiões Norte e Centro-Oeste refletem a influência das migrações, atraindo pessoas em idades jovens, muitas vezes acompanhadas de seus filhos. Assim as transformações nos movimentos migratórios também têm grande influência nas mudanças demográficas, com impacto tanto nas populações de origem quanto nas de destino. Além disso, a Região Norte apresenta taxa de fecundidade superior à média nacional, o que ajuda a explicar o índice. Quanto ao índice de envelhecimento, ele contribui para entender as tendências da dinâmica demográfica e acompanhar a evolução do ritmo de envelhecimento da população, comparativamente entre regiões geográficas, e subsidiar a formulação, gestão e avaliação de políticas públicas nas áreas de saúde e previdência social.

           

QUESTÕES (O aluno deverá responder as questões com base no texto apresentado – copiar o enunciado da questão)

1 – O processo de transição demográfica não ocorre de forma igual em todas as regiões, explique as razões.

2 – Explique os fatores que contribuíram para uma redução da entrada de imigrantes no Brasil.

3 – Quais fatores contribuíram para a redução da mortalidade no período 1940-1960

4 – Explique o que foi a Lei de Cotas criada pelo Governo de Getúlio Vargas.

5 – Quais fatores contribuem para a queda das taxas de natalidade?

6 – Quais as duas variáveis que levam ao crescimento populacional?

7 – O que é taxa de natalidade?

8 – O que é taxa de mortalidade?

9 – Explique por que é importante conhecer o índice de envelhecimento da população?

 

            ATIVIDADE PROPOSTA PARA AS SEGUINTES TURMAS DA EJA:

EJA - 3ºs Termos A e B

Atividade 1 do 2º Bimestre

 

O aluno deverá ler o texto abaixo e responder as questões propostas (copiar o enunciado das perguntas). Após, o aluno deverá fotografar o questionário respondido e encaminhar o arquivo, via e-mail, manuscrito ou digitado (fica a critério do aluno) para o seguinte e-mail: ailtonsv@uol.com.br

Caso o aluno tenha dúvidas quanto ao trabalho, peço que entre em contato comigo através deste e-mail.

 

A REGIONALIZAÇÃO DA ÁFRICA

Bibliografia: São Paulo – Governo do Estado. Material de apoio ao currículo do Estado de São Paulo – Geografia – ensino médio 3ª série – volume 2. 2014. pp. 19-24.

 

            O Saara separa o extremo norte africano do resto do continente e, historicamente, funcionou como uma barreira que, embora transposta por fluxos comerciais intensos, influenciou profundamente a configuração das culturas e civilizações na África. O Rio Nilo foi o primeiro e principal eixo comercial através do deserto, permitindo a aproximação entre os povos que habitavam as porções norte e sul do Saara.

            Nos séculos VII e VIII, povos árabes conquistaram todo o norte africano, antes de invadirem a Península Ibérica. O domínio árabe no norte da África levou à difusão do islamismo e da língua árabe entre os povos da porção setentrional do continente. Nesse período, o Saara também passou a ser atravessado por rotas de caravanas árabes, que comercializavam inúmeros produtos e escravos dos reinos ao sul do deserto. Essas relações comerciais foram responsáveis pela expansão doo islamismo também para os povos que habitavam a porção sul do Saara. Isso explica a grande presença de adeptos do islamismo nessa parte do continente.

            Foram também essas relações – em especial o comércio de escravos – que levaram os árabes a tratar o Sul do Saara como “terra de negros”. Dessa forma, a influência árabe e, posteriormente, a europeia, ratificaram a regionalização que distinguia uma “África Branca” de uma “África Negra”. Essa denominação das porções norte e sul do continente pela cor da pele, além de não esclarecer em nada as características culturais próprias de cada região, representam o modelo racista e preconceituoso que fundamentou a colonização do continente no século XIX. É importante destacar, portanto, que essa distinção não existe e que os termos “África Branca” e “África Negra” caíram em desuso.

 

MAGREB E GRANDE MAGREB

            Magreb, em árabe designa “onde o Sol de põe”, pois, localizada a oeste, encontra-se em oposição ao “machrek”, que significa “o nascente”, porção representada pela Península Arábica. O Magreb corresponde à porção ocidental do norte da África, onde se localizam o Marrocos, a Argélia e a Tunísia, países que foram integrados ao império colonial francês no século XIX – e que, anteriormente, faziam parte do Império Turco-Otomano. No entanto, há a existência do Grande Magreb, região que se estende da Mauritânia à Líbia.

            Essa região é que está mais próxima da Europa e, por esta razão, mantém importantes fluxos comerciais e de imigrantes com a União Europeia.

 

O SAARA E O VALE DO NILO

            A África do Norte ou Setentrional possui, além do Grande Magreb, outras duas áreas mais ou menos distintas: o Vale do Rio Nilo e o Saara. O Rio Nilo possui uma importância não apenas para o Egito, mas para vários países africanos. O Rio Nilo nasce na região central da África, no Lago Vitória, e corre na região central e nordeste do continente, atravessando Uganda, Sudão e Egito, desembocando em delta no Mar Mediterrâneo. A represa de Assuan, no Rio Nilo, situada a 950 quilômetros do Cairo, fornece energia elétrica para todo o Egito e controla o volume da vazão de água das cheias.

            Quanto ao deserto do Saara, vários países localizados na porção setentrional africana apresentam baixa densidade demográfica pelo fato de essa região ser árida, o que dificulta a ocupação humana e as atividades econômicas. Os desertos do Kalahari e da Namíbia localizam-se ao sul do continente. A formação desses desertos, diferentemente do Saara, associa-se à presença da corrente fria de Benguela. O anticiclone do Atlântico Sul é um centro emissor de massa de ar quente e úmida. No entanto, quando essa massa entre em contato com a corrente fria citada, perde suas características originais, transformando-se em uma massa fria e seca.

 

ÁFRICA SUBSAARIANA

            Em seu conjunto, a África Subsaariana integra-se à economia global principalmente como fornecedora de produtos primários, agrícolas e minerais. Ainda que mais da metade de sua população economicamente ativa esteja ocupada no setor primário da economia, a produção de alimentos é insuficiente, a segurança alimentar está longe de ser garantida. As regiões com domínio de clima tropical úmido, especialmente as costeiras, vêm sendo há séculos utilizadas pela agricultura de exportação. Os países situados na Costa da Guiné, por exemplo, produzem cerca de 70% do cacau que abastece o mercado global. A produção industrial da região, por seu turno, está fortemente concentrada na África do Sul.

             É importante destacar que a região designada como África Subsaariana está longe de ser um todo homogêneo. De maneira geral, sobretudo nos documentos apresentados pelos organismos internacionais, como a ONU, o continente africano é dividido em duas grandes regiões: África Subsaariana, ou Norte da África, e África Subsaariana. Essa forma de apresentação tende a induzir a uma leitura enviesada do continente, sobretudo da África Subsaariana. Esta região é bastante complexa, do ponto de vista da cultura, dos fatores sociais e econômicos de desenvolvimento, entre outros. A Nigéria, por exemplo, figura entre os principais países fornecedores ao Brasil, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A África do Sul integra o grupo de cooperação BRICS; parte do território africano dispõe de redes de infraestrutura, ou seja, está inserido no contexto de desenvolvimento do meio técnico-científico-informacional, ainda que a maior parte dessa infraestrutura esteja concentrada nos países exportadores de produtos minerais ou agrícolas.

 

Questões:

1 – A produção alimentar dos países da África Subsaariana consegue atender sua população? Justifique.

2 – Como podemos dividir os países da África Subsaariana?

3 – Explique as consequências decorrentes do domínio árabe no norte da África.

4 – Explique os problemas decorrentes de fazer uma divisão entre África branca e África negra e por que essa divisão caiu em desuso.

5 – Explique o que é a região do Magreb.

6 – Comente a importância do Rio Nilo para o norte africano.

 


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