AILTON GEOGRAFIA

PROF. AILTON - GEOGRAFIA - 1ºTAA, 1ºTBB, 2ºTAA, 2ºTBB, 3ºTAA e 3ºTBB

 
ATIVIDADE PROPOSTA PARA AS SEGUINTES TURMAS: 1º Termo AA 1º Termo BB 
 Atividade 2 – 1º Bimestre 
 
      O aluno deverá ler o texto abaixo e responder as questões propostas (copiar o enunciado das perguntas). Após, o aluno deverá fotografar o questionário respondido e encaminhar o arquivo, via e-mail, manuscrito ou digitado (fica a critério do aluno) para o seguinte e-mail: ailtonsv@uol.com.br Caso o aluno tenha dúvidas quanto ao trabalho, peço que entre em contato comigo através deste e-mail.

 REGIÕES CLIMÁTICAS E PAISAGENS BOTÂNICAS BRASILEIRAS Bibliografia: Lucci, Elian Alabbi e outros. Geografia Geral e do Brasil – ensino médio – 3ª ed. – São Paulo: Saraiva, 2005. pp. 332-337. m

 CLIMA EQUATORIAL - FLORESTA EQUATORIAL OU AMAZÔNICA 

     No Brasil, o clima equatorial é típico da região amazônica, na qual se desenvolve a floresta Amazônica, a maior floresta da zona intertropical do globo e, também, a que apresenta maior biodiversidade. A intensa exploração madeireira, a implantação de grandes fazendas agropecuárias e os grandes projetos de mineração provocam não só danos ambientais, como destroem espécies vegetais ainda desconhecidos, que poderiam ser usadas como matérias-primas na produção de medicamentos para a cura de muitas doenças graves. São, portanto, amplas as possibilidades de pesquisa e de aplicação dos recursos genéticos encontrados nesse de cobertura vegetal. Essa floresta ocupava, originalmente, uma área de cerca de 5 milhões de Km² (incluindo a parte brasileira e sul-americana). Atualmente, devido ao desmatamento intensivo, a floresta já perdeu cerca de 12% de sua área original. A floresta amazônica se divide em três grupos, de acordo com a compartimentação do relevo: Floresta ou mata de igapó: situada nas áreas permanentemente inundadas pelos rios. Floresta ou mata de várzea: situada nas áreas inundadas apenas durante as cheias. Floresta de terra firme: situada nas áreas mais elevadas, onde se encontram árvores de grande porte, como a andiroba, o cedro, o castanheiro e o mogno. Esse tipo de floresta abrange entre 70% e 80% da extensão da floresta amazônica. 

 CLIMA TROPICAL ÚMIDO - MATA ATLÂNTICA E OS MANGUES 

        O Clima tropical úmido (ou litorâneo) acompanha uma estreita faixa de terra localizada junto à costa atlântica, estendendo-se de São Paulo ao Rio Grande do Norte. Caracteriza-se pela ocorrência de temperaturas elevadas o ano inteiro, em particular na Região Nordeste. No litoral do Sudeste, as temperaturas podem cair no inverno com a chegada de frentes frias (massa Polar atlântica). No clima tropical litorâneo, as chuvas na costa nordestina são mais intensas no outono e inverno. No Sudeste, elas são mais frequentes e abundantes no verão. A Mata Atlântica é a formação mais devastada de todo o território brasileiro. Calcula-se que restam, atualmente, cerca de 7% da sua cobertura original; das 200 espécies vegetais brasileiras ameaçadas de extinção, 117 são da Mata Atlântica. Do ponto de vista colonial, em que se verificou a expansão da agricultura canavieira, aos dias atuais, a região de Mata Atlântica foi intensamente explorada. A mineração do século XVIII e a agricultura cafeeira também contribuíram para a devastação de grandes extensões de mata, nas quais estabeleceram-se os principais núcleos de povoamento e as primeiras cidades. Atualmente, nessa área devastada concentram-se as principais regiões urbanas do país, as instalações industriais, as atividades agropecuárias e as vias de transporte. 

 CLIMA TROPICAL – CERRADO 

           O clima tropical é típico da região Centro-Oeste, mas abrange também trechos do Nordeste e Sudeste brasileiros. É um clima quente, marcado por duas estações bem distintas: verão úmido e inverno seco. O Cerrado é uma formação de arbustos e campos. Sua paisagem, à primeira vista, não revela a riqueza escondida nesse ecossistema. Raramente a defesa do cerrado faz parte das manifestações ambientalistas. No entanto, é um dos ecossistemas mais ricos do país. Por muito tempo a atividade predominante no cerrado foi a pecuária. Atualmente, essa região constitui área de pastagem da maior parte do rebanho bovino e de expansão agrícola da soja. As atividades agrícolas modernas, empreendidas em fazendas gigantescas, e o uso de agrotóxicos, provocam não só a devastação do cerrado, como impactos ambientais profundos em toda essa região. 

 CLIMA SEMIÁRIDO – A CAATINGA 

             O interior do Nordeste e o norte de Minas Gerais apresentam o clima mais seco do Brasil – o semiárido, onde o índice de chuva anual varia entre 300 e 800 mm. Trata-se do sertão – a região mais semiárida mais habitada do mundo e, economicamente, a mais pobre do país. O sertanejo tem de caminhar quilômetros para adquirir água nas poucas fontes espalhadas pelo semiárido brasileiro. Essa vegetação também constitui um ecossistema bastante rico e diversificado, onde se desenvolvem formações rasteiras, arbustos e cactos. A atividade predominante na região é a pecuária ultraextensiva. Os solos da caatinga são férteis, porém pedregosos e com pouca umidade, o que dificulta a agricultura de subsistência. O aspecto rude da paisagem esconde uma rica biodiversidade, cujo potencial é pouco explorado. 

 CLIMA SUBTROPICAL – FLORESTAS E CAMPOS 

               O clima subtropical é típico da região Sul do país. A maior latitude e atuação mais intensa da massa Polar atlântica na região são fatores que determinam um clima que apresenta temperaturas baixas durante o inverno. Outro aspecto marcante desta região climática é a regularidade na distribuição das chuvas durante o ano. Nas encostas das serras próximas ao litoral, a Mata Atlântica domina a paisagem natural. Mas a formação vegetal predominante é a Mata da Araucária (Mata dos Pinhais). Esse tipo de cobertura é semi homogênea, com predomínio do pinheiro-do-paraná ou araucária, espaçada e entremeada por outras espécies de vegetais, como o ipê e a erva-mate; tem como característica, a folhagem pontiaguda (aciculifoliada). A devastação da Araucária foi promovida, principalmente, pelo setor de construção civil e pelas indústrias de papel. No extremo sul, no estado do Rio Grande do Sul, situam-se os campos dos pampas, área típica de pecuária extensiva, hoje também ocupada pela soja. 

QUESTÕES

1 – Como se caracterizam os solos da Caatinga? 
2 – Como se caracteriza o clima subtropical? 
3 – Quais os fatores contribuíram para a devastação da Floresta de Araucária? 
4 – Como a Floresta Amazônica pode ser dividida? 
5 – Quais as ações contribuem para a devastação da Floresta Amazônica? 
6 – Como se caracteriza o clima tropical?
7 – Cite algumas caraterísticas do Cerrado? 
8 – Quais ações contribuíram para a devastação da Mata Atlântica? 

 
ATIVIDADE PROPOSTA PARA AS SEGUINTES TURMAS: 2º Termo AA 2º Termo BB 
 Atividade nº 2 / 1º Bimestre 

 O aluno deverá ler o texto abaixo e responder as questões propostas (copiar o enunciado das perguntas). Após, o aluno deverá fotografar o questionário respondido e encaminhar o arquivo, via e-mail, manuscrito ou digitado (fica a critério do aluno) para o seguinte e-mail: ailtonsv@uol.com.br Caso o aluno tenha dúvidas quanto ao trabalho, peço que entre em contato comigo através deste e-mail.

 TEMA: OS PRINCIPAIS CENTROS INDUSTRIAIS DO BRASIL Bibliografia: Lucci, Elian Alabbi e outros. Geografia Geral e do Brasil – ensino médio – 3ª ed. – São Paulo: Saraiva, 2005. pp. 112-114.

 REGIÃO SUDESTE 

           A Indústria no Brasil, surgiu de forma concentrada no Sudeste devido à acumulação de capital cafeeira, às aglomerações urbanas e à infraestrutura criadas durante a evolução da economia do café. Ao longo da Rodovia Presidente Dutra se formou a maior concentração industrial do país, na região do Vale do Paraíba, que se estende de São Paulo até o Rio de Janeiro. Nesse trecho, tem destaque a cidade paulista de São José dos Campos, um dos principais polos tecnológicos do Brasil. A via Anchieta e a rodovia dos Imigrantes, além de cruzarem a região conhecida como ABCD (Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema), na área metropolitana de São Paulo, atingem o polo petroquímico e siderúrgico situado no município de Cubatão. Próximo à rodovia Castelo Branco, a 80 km da capital do estado, merece destaque a cidade de Sorocaba, que possui um parque industrial diversificado: produção de componentes para o setor aeronáutico e eletrônico, indústrias mecânica, metalúrgica, de cimento, têxtil, alimentícia e outras. Também no interior, pela via Anhanguera, fica a cidade de Campinas, outro importante tecnopolo do país, formado em tono da Unicamp. No Rio de Janeiro, além da região metropolitana e do Vale do Paraíba, a indústria se estende para as cidades serranas de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo. No litoral norte é extraída a maior parte do petróleo de Campos. No Vale do Paraíba fluminense, a cidade de Resende abriga instalações da Volkswagen e em Porto Real estão instaladas a Citroen e a Peugeot. Em Minas Gerais, a indústria concentra-se na Grande Belo Horizonte, com destaque para os distritos industriais de Betim (onde está instalada a Fiat) e Contagem. Ao sul de Belo Horizonte, situa-se o quadrilátero ferrífero, área de extração de minerais metálicos e produção metalúrgica e siderúrgica. 

 REGIÃO SUL

           As duas principais regiões industriais do Sul são o trecho entre a Grande Porto Alegre e Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, e a região metropolitana de Curitiba. As atividades têm se diversificado nas últimas décadas: no Paraná, em especial, instalaram-se montadoras de automóveis, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Canoas (RS) e Araucária (PR) formam os dois polos petroquímicos do Sul do país. Em Santa Catarina destaca-se o Vale do Itajaí (Blumenau, Joinville, Itajaí e Brusque), com predomínio da produção têxtil. No interior de Santa Catarina é expressiva a produção frigorífica. 

REGIÃO NORDESTE 

           A indústria nordestina representa cerca da décima parte do valor da produção industrial e concentra-se em torno de três principais regiões metropolitanas: Salvador (BA), Recife (PE) e Fortaleza (CE). Os setores dominantes são tradicionais, como a indústria têxtil e a de alimentos industrializados. Cerca de metade da produção industrial do Nordeste fica na Bahia, em torno de Salvador, em Camaçari e no Distrito de Aratu. Em Camaçari está situado o principal polo petroquímico da região, além de uma montadora de veículos (Ford), e em Aratu está instalada a USIBA (Usina Siderúrgica da Bahia). O Ceará conseguiu atrair indústrias de outras regiões do país, sobretudo têxteis e de calçados, usando uma política agressiva de “guerra fiscal”. 

REGIÃO NORTE E CENTRO-OESTE 

                Essas duas regiões, as mais extensas, sempre contaram com indústrias tradicionais, como de alimentos, de bebidas e agroindústrias. No entanto, na década de 1990, o processo de desconcentração industrial brasileira atraiu importantes grupos para a região. No estado de Goiás, por exemplo, a indústria automobilística Mitsubishi instalou sua fábrica no polo industrial da cidade de Catalão, que conta com outras empresas do setor metalúrgico, e a Hyundai instalou-se na cidade de Anápolis, que tem infraestrutura ferroviária e aeroporto. Incentivo fiscal oferecido pelo governo do estado e proximidade do grande centro consumidor do país (Sudeste) foram outros fatores condicionantes. Também em Goiás, nos últimos anos, destacou-se a cidade de Rio Verde, que passou a abrigar dois grandes centros agroindustriais: Cica e Frigorífico Perdigão. A produção industrial da região Norte está concentrada na Zona Franca de Manaus, criada em 1967, onde se desenvolveu principalmente a indústria eletrônica, a ZFM é uma área onde os componentes para os produtos industrializados da região podem ser importados sem a cobrança de impostos alfandegários, essa vantagem levou diversas indústrias a se instalarem em Manaus. É expressivo também, nessa região, o setor de mineração: ferro, alumínio, cassiterita e gás natural. 

 QUESTÕES: 

1 – Quais fatores contribuíram para a industrialização de Goiás? 
2 – Explique o funcionamento da Zona Franca de Manaus. 
3 – Quais fatores contribuíram para a industrialização do Sudeste? 
4 – Quais as características do setor industrial de Sorocaba em São Paulo? 
5 – Cite duas características da industrialização da Região Sul. 
6 – Quais os principais setores industriais do Nordeste? 
7 – Cite os principais destaques da industrialização de Minas Gerais. 

 
ATIVIDADE PROPOSTA PARA AS SEGUINTES TURMAS: 3º Termo AA 3º Termo BB 
 Atividade 2 – 1º Bimestre 

 O aluno deverá ler o texto abaixo e responder as questões propostas (copiar o enunciado das perguntas). Após, o aluno deverá fotografar o questionário respondido e encaminhar o arquivo, via e-mail, manuscrito ou digitado (fica a critério do aluno) para o seguinte e-mail: ailtonsv@uol.com.br Caso o aluno tenha dúvidas quanto ao trabalho, peço que entre em contato comigo através deste e-mail.

 AS INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS Bibliografia: Magnoli, Demétrio. Geografia para o ensino médio: política, economia e espaço mundial - volume 3 – 2. Ed. – São Paulo: Saraiva, 2013. pp. 21-23

           Quando Thomas Hobbes interpretou o sistema internacional como um cenário marcado pela insegurança, por causa da ausência de um poder geral, não existiam a ONU nem as dezenas de instituições internacionais que promovem a cooperação entre os Estados. Essas instituições nasceram apenas no século XX, e quase todas no pós-guerra. Elas não formaram um “governo mundial”, mas reduzem o nível de insegurança do sistema e oferecem canais permanentes de diálogo entre os Estados. A principal instituição internacional é a ONU, criada em 1945, na Conferência de São Francisco, para substituir a Liga das Nações, que surgiu no final da Primeira Guerra Mundial, prometendo assegurar uma paz duradoura. Como sua antecessora, a ONU surgiu de um conflito militar generalizado e, também como ela, atribuiu-se a missão de conservar a paz. A Liga das Nações durou apenas duas décadas. A ONU sobrevive até hoje, talvez porque tenha a participação da maior potência do mundo, os Estados Unidos, que se recusaram a ingressar na Liga das Nações. A ONU é uma organização de segurança coletiva de âmbito global. A Assembleia Geral e o Conselho de Segurança são seus dois órgãos deliberativos principais. Na Assembleia Geral, cada Estado dispõe de um voto, e as decisões mais importantes são tomadas por maioria qualificada de dois terços. Mas, no que concerne às questões de paz e segurança, a Assembleia Geral está limitada a produzir recomendações, pois a tomada de decisões é atribuição do Conselho de Segurança. O Conselho de Segurança é composto de cinco membros permanentes e dez rotativos, eleitos pela Assembleia Geral. Os membros permanentes – Estados Unidos, Rússia (sucessora da URSS), China, Grã-Bretanha e França – dispõem de direito de veto. As decisões sobre temas de paz e segurança dependem de uma maioria de nove votos e da inexistência de um veto. A sede da ONU fica em Nova York, simbolizando o compromisso dos Estados Unidos com a organização. A estrutura de poder da ONU reflete os resultados da Segunda Guerra Mundial. O núcleo do Conselho de Segurança foi constituído pelos Aliados, excluindo as potências derrotadas da guerra. Com o tempo, os cinco membros permanentes, que compõem esse núcleo, tornaram-se as potências nucleares da Guerra Fria. Atualmente, o Conselho de Segurança reflete de maneira distorcida a distribuição de poder no sistema internacional. A ausência do Japão e da Alemanha não se justifica, assim como a inexistência de representação permanente da América Latina e da África. A discussão da reforma do organismo foi aberta em 2006 com a proposta de inclusão de novos membros permanentes, entre os quais Japão, Alemanha, Índia e Brasil. Mas o debate foi bloqueado essencialmente pelos Estados Unidos, que apoiam a inclusão apenas de Japão e Índia, e pela China, que veta a entrada japonesa. Do ponto de vista de Washington, uma reforma ampla reduziria a capacidade norte-americana de liderar maiorias no Conselho de Segurança. Do ponto de vista de Pequim, o ingresso do Japão diminuiria a influência chinesa e equivaleria, simbolicamente, a apagar os crimes de guerra cometidos pelo Japão na Segunda Guerra Mundial. Na estrutura da ONU, ocupam lugares de destaque o Comitê Econômico e Social, que tem a missão de promover a cooperação internacional para o desenvolvimento, o Conselho de Direitos Humanos, que fiscaliza o respeito aos tratados internacionais sobre os direitos e liberdades dos cidadãos, e a Corte Internacional de Justiça, com sede em Haia (na Holanda), que julga disputas legais entre Estados-membros. A administração da ONU fica a cargo do Secretariado, que organiza as atividades dos diferentes órgãos. O secretário-geral, apontado pela Assembleia Geral, mas dependente de confirmação do Conselho de Segurança, funciona como porta-voz da organização. O sistema da ONU abrange uma série de agências especializadas, como a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a Organização para a Agricultura e Alimentação (FAO) e a Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea). 

 Questões: 

1 – Explique o que é a ONU e qual seu papel central na geopolítica mundial. 
2 – O que é o Conselho de Segurança da ONU? 
3 – Por que podemos afirmar que a organização do Conselho de Segurança da ONU reflete de maneira distorcida a distribuição do poder internacional? 
4 – Por que a China veta a entrada do Japão no Conselho de Segurança da ONU? 
5 – Na estrutura da ONU, quais setores ocupam lugar de destaque? 
6 – Considerando o panorama geopolítico atual, como você observa o papel da ONU?

Comentários

  1. Olá professor, tudo bem ?

    Da um espaço nas atividades para separar as turmas, saiu tudo junto está confuso.

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  2. Muito confuso, como entender essas as atividades , onde está do 3tAA??

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    1. Olá bom dia! Se tiver alguma dificuldade de localizar a atividade me envie um e-mail que encaminho a atividade para você. e-mail: ailtonsv@uol.com.br

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  3. Boa noite tô fazendo a licao ainda 3ta Janiele

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