AILTON GEOGRAFIA
PROF. AILTON - GEOGRAFIA - 1ºTAA, 1ºTBB, 2ºTAA, 2ºTBB, 3ºTAA e 3ºTBB
ATIVIDADE PROPOSTA PARA AS SEGUINTES TURMAS:
1º Termo A
1º Termo B
O
aluno deverá ler o texto abaixo e responder as questões propostas (copiar o
enunciado das perguntas). Após, o aluno deverá fotografar
o questionário respondido e encaminhar o arquivo, via e-mail, manuscrito ou digitado (fica a critério do
aluno) para o seguinte e-mail: ailtonsv@uol.com.br
Caso
o aluno tenha dúvidas quanto ao trabalho, peço que entre em contato comigo
através deste e-mail.
DINÂMICA
CLIMÁTICA
Bibliografia: Lucci, Elian Alabbi e
outros. Geografia Geral e do Brasil – ensino médio – 3ª ed. – São Paulo:
Saraiva, 2005. pp. 316-320.
“Tempo
bom, com nebulosidade; temperatura em ligeiro declínio”. Os meios de
comunicação divulgam, diariamente, informações sobre o tempo. Nessa acepção, tempo é o estado momentâneo da
atmosfera em determinado local. Para determinar as condições do tempo, é
preciso considerar os fenômenos atmosféricos: temperatura do ar, pressão
atmosférica, vento, umidade, precipitações (como chuva, granizo e neve),
geadas, massas de ar. Como esses fenômenos variam frequentemente, essa mesma
variação ocorre com o tempo, que muda constantemente.
Clima é o conjunto de variações do tempo,
de uma determinada região, durante um longo período (30 anos, aproximadamente).
Assim, para determinar o clima de um local, é necessário analisar o
comportamento dos fenômenos atmosféricos, também denominados elementos
climáticos, inclusive a atuação das massas de ar. Por meio dessa análise, são
identificados, por exemplo, os períodos de chuva e sua quantidade (índice
pluviométrico); os meses mais quentes e mais frios.
ELEMENTOS E FATORES CLIMÁTICOS
Como
vimos no item anterior, os elementos climáticos interferem no comportamento da
atmosfera.
Os fatores climáticos, por sua vez,
influenciam a dinâmica desses elementos. São fatores climáticos a latitude, a
altitude, as correntes marinhas, a posição da região climática em relação ao
mar (maritimidade/continentalidade), a disposição do relevo, a vegetação e,
inclusive, os relacionados às atividades humanas, como a formação de grandes
cidades e de extensas áreas conturbadas.
Nas
baixas latitudes (próximas à
linha do Equador) estão situadas as regiões com temperaturas mais elevadas,
pois recebem maior incidência de radiação solar. Essas regiões fazem parte da
zona tropical, localizada entre os Trópicos da Câncer e Capricórnio.
As
temperaturas também variam na razão inversa da altitude, ou seja, quanto maior a altitude, menor a
temperatura. À medida que a altitude aumenta, o ar torna-se mais rarefeito e,
com isso, a pressão atmosférica diminui, bem como sua capacidade de conservação
de calor.
As correntes marinhas quentes podem
elevar a temperatura e a umidade em áreas litorâneas de alta latitude. O
aquecimento da costa atlântica europeia e a umidade das ilhas britânicas
resultam da ação da corrente do Golfo do México, que se origina nas áreas mais
quentes do mar das Antilhas.
As
correntes frias podem provocar queda na temperatura das regiões costeiras ou,
em alguns casos, acarretar a formação de climas secos. Exemplo desse fenômeno é
o deserto de Atacama, no norte do Chile. A massa de ar quente e úmida que segue
em direção ao continente resfria-se ao cruzar a corrente de Humboldt (corrente
do Peru). A queda de temperatura do ar propicia a condensação do vapor de água
e a formação de nuvens, que acarretam chuvas intensas sobre o oceano Pacífico.
Dessa forma, a massa de ar perde praticamente toda a umidade antes de chegar ao
continente.
Fenômeno
semelhante ocorre na costa atlântica sul-americana, no sul da Argentina, onde
se localiza o extenso deserto frio da Patagônia. O movimento da corrente fria
das Falklands (Malvinas) condensa o ar úmido proveniente do Atlântico e as
chuvas ocorrem antes de a massa de ar atingir o continente.
A proximidade ou o distanciamento do mar
também provoca alterações no comportamento da temperatura de uma região. Esse
fator está relacionado à diferença entre o comportamento térmico da água e o da
terra. Os continentes se aquecem e liberam calor mais rapidamente que os
oceanos; a água, de modo geral, demora mais tempo para se aquecer, e também
conserva por mais tempo o calor. Assim, os lugares situados próximos dos
oceanos apresentam uma amplitude térmica menor que os situados no interior dos
continentes.
AS MASSAS DE AR
Como visto anteriormente, o ar que compõe a atmosfera
está em constante movimento em virtude das diferenças de pressão. Apesar de
ocorrerem variações nos valores da pressão num mesmo local, principalmente em
função das mudanças de estações do ano, é possível delimitar algumas áreas com
predominância de altas pressões e outras onde predominam as baixas pressões, que
irão determinar a circulação geral da atmosfera.
É no interior dessa circulação geral que se estabelece a
dinâmica das massas de ar, grandes responsáveis pela determinação dos
diferentes tipos climáticos. O local em que a massa de ar se forma recebe o nome
de região de origem. É na região de origem que a massa de ar adquire as
características de temperatura, pressão e umidade.
Assim, uma massa de ar que se forma sobre uma superfície
gelada, como a Antártida, tem uma superfície gelada, como a Antártida, tem
propriedades típicas dessa região: temperatura baixa, alta pressão e pouca
umidade. Por isso, o estado do tempo tem toda área abrangida pela massa de ar
será condicionado por suas propriedades, só ocorrendo modificações onde existem
montanhas, vales ou grandes extensões de água (lagos, por exemplo) e nas zonas
de contato entre duas massas de ar.
Ao se deslocarem, as massas de ar vão, aos poucos,
perdendo as suas características de temperatura, pressão e umidade. Por
exemplo: uma massa de ar frio, e úmido, formada, portanto, em altas latitudes,
perde temperatura e umidade à medida que se dirige para latitudes mais baixas –
áreas mais quentes.
As massas de ar se formam sobre os continentes são secas,
com exceção das formadas sobre áreas de densas florestas tropicais, onde a
evapotranspiração é intensa. As massas que se formam sobre os oceanos, por sua
vez, são úmidas. Assim, considerando-se a latitude sobre a qual as massas de ar
se formam, elas são classificadas em equatoriais, tropicais e polares. Em
relação ao tipo de superfície, elas podem ser continentais ou oceânicas.
QUESTÕES
(o aluno deverá
copiar e responder as questões abaixo e depois fotografá-la e enviar o arquivo
para correção)
1 – Explique a
diferença entre tempo e clima.
2 – Quais fatores podem
influenciar nas condições do tempo?
3 – Explique como as
temperaturas podem variar de acordo com a Latitude.
4 – Explique a
diferença no comportamento térmico da água e da terra.
5 – Quais os efeitos
provocados pelas correntes marinhas quentes e frias?
6 – Como se caracteriza
uma massa de ar que se forma sobre uma superfície gelada?
ATIVIDADE PROPOSTA PARA AS SEGUINTES TURMAS:
2º Termo A
2º Termo B
O
aluno deverá ler o texto abaixo e responder as questões propostas (copiar o
enunciado das perguntas). Após, o aluno deverá fotografar o questionário
respondido e encaminhar o arquivo, via
e-mail, manuscrito ou digitado (fica a critério do aluno) para o
seguinte e-mail: ailtonsv@uol.com.br
Caso
o aluno tenha dúvidas quanto ao trabalho, peço que entre em contato comigo
através deste e-mail.
O IBGE E A DIVISÃO REGIONAL
Bibliografia:
Magnoli, Demétrio. Geografia para o ensino médio: Brasil, Estado e espaço
geográfico, volume 2 – 2. Ed. – São Paulo: Saraiva, 2013. pp. 22-24
A República Velha, caracterizada pela alternância de
paulistas e mineiros na presidência da República, teve fim com a vitória da
Revolução de 1930. Naquele ano, o político gaúcho Getúlio Vargas chegou ao
poder à frente de uma aliança política dirigida contra o poder das oligarquias
paulista e mineira. O programa de centralização do poder nacional e de
integração do território refletia uma mudança de rumo em relação à República
Velha.
Os novos rumos políticos exigiam o fortalecimento da
capacidade de planejamento econômico do Estado. Um Departamento Nacional de
Estatística foi estabelecido em 1930, como órgão do recém-criado Ministério do
Trabalho. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) surgiu em
1937, com a missão de levantar e organizar informações cartográficas,
demográficas, econômicas e sociais para subsidiar o planejamento.
A atual divisão regional do Brasil, de 1988, baseia-se no
conceito de macrorregiões, que são definidas por uma combinação de
características econômicas, demográficas e naturais. As cinco grandes regiões
foram delimitadas a partir de traços gerais da organização da economia e do
espaço geográfico. Na divisão regional do IBGE, as unidades da federação são
incorporadas inteiramente nas regiões. Desse modo, ela serve de moldura para a
apresentação de informações estatísticas.
As macrorregiões são conjuntos geográficos extremamente
vastos e, portanto, heterogêneos. Para superar essa visão genérica do
território, o IBGE detalhou a divisão regional, delimitando mesorregiões
geográficas, que se distinguem pela estrutura produtiva ou por traços marcantes
do espaço natural. O Brasil está dividido em 136 mesorregiões. A extensão delas
varia em função das densidades demográficas e da complexidade das estruturas
produtivas. O estado de São Paulo, por exemplo, divide-se em 15 mesorregiões,
enquanto o Amazonas, muito mais vasto, em apenas quatro.
Finalmente, a partir das mesorregiões, foram delimitadas
microrregiões geográficas, que se distinguem pela influência de um centro
urbano principal e pelo tipo de uso do solo dominante. As microrregiões agrupam
conjuntos de municípios e, como no caso das mesorregiões, sua extensão depende
da diversidade geográfica do território. Minas Gerais, o estado com maior
número de municípios do Brasil, está dividido em 66 microrregiões, enquanto o
Acre apresenta apenas cinco.
O ato de dividir o território em regiões constitui uma
interpretação das formas de organização do espaço geográfico. Essa
interpretação varia ao longo do tempo, sob a influência de novas teorias e
métodos, bem como das próprias mudanças demográficas e econômicas que ocorrem
no país.
AS FAIXAS DE FRONTEIRA
A primeira fronteira da América portuguesa foi a linha de
Tordesilhas, definida em 1494 mas nunca delimitada sobre o mapa, pois não havia
acordo sobre seu traçado preciso. Muito mais tarde, o Tratado de Madri, de
1750, delimitou trechos das fronteiras entre as colônias portuguesas e
espanholas. Contudo, a maior parte dos segmentos de fronteira terrestre foi
delimitada pelo Império ou no início da República.
Os segmentos delimitados pelo Império surgiram de
conflitos militares ou negociações diplomáticas. A guerra da Cisplatina
(1825-1828), na qual Brasil e Argentina disputaram o controle sobre o Uruguai,
terminou com um tratado que delimitou a fronteira sul do Brasil. A guerra do
Paraguai (1864-1870) foi concluída com um tratado que delimitou o segmento de
fronteira entre Brasil e Paraguai. Na Amazônia, o governo imperial negociou
extensos segmentos de limites com o Peru e a Venezuela.
No início do período republicano, o Barão do Rio Branco, ministro
do Exterior do Brasil entre 1902 e 1912, completou a obra de limites. Sob o seu
comando, por meio de tratados ou arbitramentos internacionais, quase um terço
de toda a extensão de fronteiras terrestres foi delimitado. Com Rio Branco, o
Brasil tornou-se o primeiro país da América do Sul a ter um invólucro de
fronteiras consolidado, sem nenhum foco de litígio territorial com os países
vizinhos.
O Brasil compartilha limites com todos os países
sul-americanos, com exceção do Equador e do Chile, e com a União Europeia,
através da Guiana Francesa, que é um departamento ultramar da França.
As fronteiras políticas internacionais definem limites
entre soberanias distintas. Por isso, as faixas de fronteira apresentam
características especiais e têm valor estratégico para a segurança nacional.
Embora o Brasil não tenha litígios com seus vizinhos, a defesa do invólucro
fronteiriço é decisiva para coibir a ação de redes criminosas internacionais
que atuam nos negócios do narcotráfico, da venda ilegal de armas e do
contrabando.
Bibliografia:
QUESTÕES (o aluno deverá copiar e
responder as questões a seguir):
1 – Explique por que as
faixas de fronteiras possuem valor estratégico para a segurança nacional.
2 – Pesquise um mapa da
América do Sul e faça a relação de todos os países que fazem fronteira com o
Brasil.
3 – Qual o papel do
IBGE?
4 – A atual divisão
regional brasileira foi estabelecida pelo IBGE, quais os aspectos foram
considerados nessa divisão?
5 – O ato de dividir um
território ocorre sempre da mesma forma, com os mesmos critérios? Justifique
sua resposta.
6 – Quais os acordos
decorrentes das Guerras da Cisplatina e do Paraguai?
7 – O que são
microrregiões?
ATIVIDADE PROPOSTA PARA AS SEGUINTES TURMAS:
3º Termo A
3º Termo B
O
aluno deverá ler o texto abaixo e responder as questões propostas (copiar o
enunciado das perguntas). Após, o aluno deverá fotografar o questionário
respondido e encaminhar o arquivo, via
e-mail, manuscrito ou digitado (fica a critério do aluno) para o
seguinte e-mail: ailtonsv@uol.com.br
Caso
o aluno tenha dúvidas quanto ao trabalho, peço que entre em contato comigo através deste e-mail.
CONCEITOS QUE DEFINEM A DESIGUALDADE
SOCIOECONÔMICA ENTRE OS PAÍSES
Bibliografia:
São Paulo – Governo do Estado. Material de apoio ao currículo do Estado de São
Paulo – Geografia – ensino médio 3ª série – volume 1. 2014. pp. 24-27.
O Produto Interno Bruto (PNB) per capita e o Rendimento
Nacional Bruto (RNB) per capita, têm sido indicadores bastante utilizados para
mensurar ou indicar o nível de desenvolvimento dos países, como acontece, por
exemplo, nas estatísticas divulgadas pelo Banco Mundial. Esse banco foi criado
em 1944 em Bretton Woods. Com sede em Washington D.C., em novembro de 2013
contava com 188 países-membros e tem como principal objetivo a redução da
pobreza e a promoção do desenvolvimento sustentável.
Sob sua chancela existe o Banco Internacional para
Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) e a Associação Internacional de
Desenvolvimento (AID). O primeiro concede empréstimos e assistência para o
desenvolvimento de países de renda média e com bons antecedentes de crédito,
obtendo grande parte dos seus fundos da venda de títulos nos mercados
internacionais de capital.
A AID, por sua vez, desempenha papel importante na missão
de reduzir a pobreza, promovendo o progresso econômico e social dos
países-membros mediante o financiamento de projetos. A assistência prestada
pela AID dirige-se aos países mais pobres, aos quais concede empréstimos sem
juros (a maior parte dos seus recursos financeiros é obtida a partir das
contribuições dos membros mais ricos e até mesmo de alguns países emergentes).
É importante enfatizar três conceitos fundamentais da
ciência econômica:
- Produto Interno Bruto (PIB): expressão monetária referente à
soma de todos os bens e serviços produzidos durante o ano nos limites
territoriais de um país, independente da origem dos recursos utilizados.
- Rendimento Nacional Bruto (RNB): expressão monetária dos
bens e serviços produzidos por fatores de produção nacionais, independentemente
do território econômico.
- Renda per capita (por cabeça): corresponde ao resultado da
divisão da renda total pela população do país (pode ser medida em PIB per
capita ou em RNB per capita).
Convém ressaltar que crescimento econômico não é
necessariamente sinônimo de desenvolvimento. Existem limitações do PIB, do RNB
e da renda per capita, para uma visualização mais clara sobre a real situação
dos países com relação à questão levantada inicialmente. É importante observar
que o desenvolvimento pode ser econômico ou social e que, ao crescer, uma
economia pode ter parte da sua renda distribuída ou pode, simplesmente, ampliar
as desigualdades sociais.
Embora o RNB e o PIB per capita permitam comparar o grau
de riqueza dos países, por se tratar de uma média (divisão do PIB ou RNB pela
população total), a renda per capita não exprime a realidade socioeconômica
interna dos países, ou seja, ela não informa sobre a desigual distribuição
interna da renda, tampouco sobre as condições socioeconômicas e o bem-estar
humano nos países.
O IDH foi criado com a intenção de oferecer um panorama
mais abrangente do desenvolvimento humano do que o medido por outro indicador,
O PIB per capita. O IDH tem o objetivo de ser um índice que permite indicar e
comparar a qualidade de vida da população de 187 países e territórios.
Desde 2010, o índice é recalculado por conta das atualizações
metodológicas e também para medir o avanço ou o retrocesso dos países. Aos
poucos, o IDH tornou-se referência mundial. É um índice-chave dos Objetivos do
Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas e, no Brasil tem sido utilizado
pelo governo federal e por administrações regionais por meio do índice de
Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).
O IDHM é um ajuste metodológico do IDH Global, tendo sido
publicado em 1998 (a partir dos dados do Censo de 1970, 1980, 1991), em 2003 (a
partir dos dados do Censo de 2000), e em 2013 (a partir dos dados do Censo
2010). O indicador pode ser consultado nas respectivas edições do Atlas do
Desenvolvimento Humano do Brasil, que compreende um banco de dados eletrônico
com informações socioeconômicas sobre todos os municípios e Estados do país e
do Distrito Federal.
O IDH também tem a particularidade de, ao avaliar a
qualidade de vida da população, considerar critérios abrangentes dessa
população, uma vez que leva em conta os aspectos econômicos e outras características
sociais, culturais e políticas que influenciam a qualidade da vida humana.
Além do IDH calculado para 187 países e territórios, os
Relatórios de Desenvolvimento Humano publicado pelo PNUD também trazem
informações sobre indicadores complementares de desenvolvimento humano, tais
como: Índice de Desenvolvimento Humano ajustado à Desigualdade (IDHAD); Índice
de Desigualdade de Gênero (IDH) e Índice de Pobreza Multidimensional (IPM).
QUESTÕES
1 – Qual o papel do
Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento?
2 – Explique o que é o
IDH e a qual o seu objetivo?
3 – Por que crescimento
econômico não é necessariamente sinônimo de Desenvolvimento Econômico?
4 – Explique a
diferença entre PIB e renda per capita.
5
– Explique por que desde 2010 o IDH é recalculado.
Bom dia professor e pra copiar tudo isso janiele 3ta
ResponderExcluirBom dia! O texto você não precisar copiar, o texto é apenas para consulta. Você vai copiar o enunciado de cada pergunta e em seguida responder. Quando terminar o questionário você envia o arquivo via e-mail. Você também pode digitar o questionário no corpo do e-mail, fica a seu critério. Se ainda tiver alguma dúvida estou à disposição.
ExcluirBoa noite professor muito obrigado
ResponderExcluirBoa tarde Professor Ailton, gostaria de saber sobre a matéria postada de setembro, onde foi parar era sobre a ONU.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ExcluirOlá bom dia! Se tiver alguma dificuldade de localizar a atividade me envie um e-mail que encaminho a atividade para você. e-mail: ailtonsv@uol.com.br
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